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VIDA RASA OU PROFUNDA?

31 de agosto de 2009 Deixe um comentário

Ribeiro

VIDA RASA OU PROFUNDA?

         Um agricultor plantou duas árvores da mesma espécie. Uma em solo plano, no meio do terreno, onde suas raízes se aprofundaram na terra em busca de água. A outra, na parte mais baixa de um declive. Quando chovia, a água passava por aquele lugar e escoava para a rua. Ambas as árvores cresceram e pareciam fortes e viçosas.
Foi então que sobreveio um terrível vendaval e assolou as duas árvores. A árvore do meio do terreno permaneceu firme, enquanto a outra tombou.
O agricultou descobriu, finalmente, que os sistemas radiculares eram diferentes. A árvore do meio do terreno possuía raízes profundas, enquanto a outra possuía raízes rasas. Na base do declive, a água passava suavemente na superfície do solo, por isso as raízes não tinham de coletar água em profundidade e permaneceram superficiais. Esse foi o motivo de a árvore não ter suportado a força do vendaval.
Toda árvore geralmente desenvolve suas raízes numa lateralidade rasa e numa verticalidade profunda, pois precisa aproveitar tanto as águas correntes na superfície em tempos de abundância como as águas profundas em tempos de estio e sequidão.
Que a lição espiritual se pode tirar desse exemplo?
O profeta Jeremias descreve a vida profunda de quem “confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor”: “Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto” (Jr 17.7-8).
Quem confia no Senhor tem raízes rasas estendidas “para o ribeiro” em tempos de fartura; assim também “não se perturba, nem deixa de dar fruto” em período de sequidão, pois suas raízes são profundas.
O problema da árvore com raízes rasas é que ela se “acomodou” diante de tanta abundância e descuidou-se da firmeza necessária para enfrentar as intempéries.
Quantos cristãos têm a vida espiritual rasa por estarem procedendo como a árvore acomodada? Como identificar, então, o cristão raso e diferençá-lo do profundo?
Ora, o cristão raso vive pulando de igreja em igreja, numa procura sem fim da que é “mais forte” para receber suas bênçãos. Para ele, seguir o Evangelho é ter seus sonhos realizados, os pedidos atendidos, as vontades expressas em decretos e ordens inconsequentes a um “Deus” domesticado e pronto para atender-lhe os caprichos.
O cristão raso não entende o conceito de graça, pois vive por obras e barganhas; também não dá graças em tudo, pois quando não consegue imediatamente o que quer, sua oração não passa de mera reclamação. Quer um Deus de bênção, não de disciplina; prefere o caminho largo dos modismos espiritualistas (que não lhes custa nada, senão uns trocados) ao caminho estreito da salvação (que lhes demanda o alto preço de uma entrega total).
O cristão raso participa dos cultos apenas para receber bênçãos, não para expressar a sua adoração e amor a Deus; não procura conhecer a Deus para ter intimidade com Ele. Quer bênçãos financeiras, mas geralmente usa dízimos e ofertas para barganhar com Deus, não para abençoar a Obra.
O cristão raso quer cura e libertação, mas não tem uma vida regrada, não foge da promiscuidade; antes, se entrega a todo tipo de prazer e vícios. Quer ser perdoado, mas nem sempre libera o necessário perdão para ser liberto; antes, guarda mágoas e ódio contra seus irmãos em Cristo. Pede livramentos, mas não vive de forma correta; antes, se expõe desnecessariamente ao perigo. Dá livre curso às suas ambições materialistas a fim de acumular tesouros na terra, mas não acumula tesouros no céu, nem prioriza os valores espirituais e eternos.
Não tem nada de errado em buscar as bênçãos de Deus. Muitas pessoas se chegam a Deus em busca de cura, libertação, livramento etc., e devem fazê-lo livremente. Não podemos censurar as pessoas por buscarem algo sobrenatural que lhes traga melhoria de vida, se elas crêem no poder de Deus e esperam receber as bênçãos de que precisam.
O problema é a rasidão da vida espiritual que pode resultar da acomodação dessa experiência.
O cristão profundo, todavia, “é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (Sl 1.3).
Portanto, não se acomode; viva com profundidade!

Pr. Samuel Câmara (Assembléia de Deus em Belém-PA)

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31 de agosto de 2009 Deixe um comentário

H1N1 – Cuidados Essenciais !

Publicado em Saúde por malucoporjesus no / na 22 22UTC Julho 22UTC 2009

Tenham cuidado com a “nova” GRIPE “H1N1″, cujo teor de transmissibilidade é ALTÍSSIMO:

H1N1

LEMBRE-SE: A Gripe “A” pode MATAR !

Gripe Suína

Categorias:Saúde

31 de agosto de 2009 Deixe um comentário

O Amor de Deus

Cruz 2

Deus é a fonte de vida, sabedoria e felicidade. Veja as belas e maravilhosas obras da natureza.

Observe o modo admirável com que ela se adapta às necessidades do ser humano e de todos os demais serem viventes. O sol, a chuva, as colinas, os mares, as planícies, tudo nos fala do amor dAquele que tudo criou.

É Deus quem atende às necessidades diárias de todas as suas criaturas, como o salmista expressa em palavras tão belas: “Tudo o que vive olha para Ele com esperança, e Ele dá alimento a todos no tempo certo. Ele abre a mão e, com a sua boa vontade, satisfaz a todos os seres vivos”.

Deus criou o ser humano perfeitamente santo e feliz; a terra era linda ao sair das mãos do Criador, e não apresentava qualquer vestígio de decadência ou sombra de maldição.

Foi a desobediência à Lei de Deus que trouxe sofrimento e morte.

Apesar dos sofrimentos provocados pelo pecado, o amor de Deus ainda está presente. As dificuldades que tornam a vida cheia de trabalhos e ansiedade foram permitidas por Deus para o bem das pessoas.

Essas dificuldades fazem parte do plano de Deus, como um aprendizado necessário que ajuda tirar o ser humano da ruína e degradação que o pecado provocou.

O amor de Deus é o assunto de muito debate entre os cristãos. Questões sobre se Deus ama todo o mundo e deseja salvar todos sem exceção são respondidas de forma muito diferente.

Essas questões são importantes. Elas têm a ver com predestinação, o amor eterno de Deus por alguns, e com a morte de Cristo, a grande revelação do amor de Deus.

Deus deu seu Filho não somente para que vivesse entre os homens e tomasse sobre si os pecados deles, e morresse em sacrifício por eles; o Filho foi dado por Deus à raça caída.

Cristo deveria identificar-se com os interesses e necessidades da humanidade. Ele, que era Deus, ligou-se aos filhos dos homens por laços que jamais se romperão.

Ele é o nosso sacrifício, nosso advogado, nosso irmão, apresentando nossa forma humana diante do trono do Pai, unido pelos séculos dos séculos à raça que Ele – o Filho do homem – redimiu. E tudo isso para que o ser humano fosse erguido da ruína e degradação do pecado, pudesse refletir o amor de Deus e partisse da alegria da santidade.

O preço pago por nossa redenção, o infinito sacrifício de nosso Pai celestial em entregar seu Filho para morrer por nós, deveria nos inspirar idéias elevadas acerca do que nos podemos tornar por meio de Cristo.

O amor de Deus, acima de tudo, é o seu amor por si mesmo, sua glória, e sua santidade. 1 João 4:16 indica isso quando nos diz que Deus é amor. Em si mesmo como Pai, Filho e Espírito Santo, Deus é a síntese de todo amor.

Para ser um Deus de amor, ele não precisa de nós, nem é a sua glória como o Deus de amor incompleta sem nós.

De eternidade a eternidade ele é amor, em e de si mesmo, na Trindade.

O amor do nosso Deus:

1. Não é influenciado – O amor de Deus é livre, espontâneo.

2. É eterno – Por Deus ser um Ser eterno, Seu amor também é eterno. Isso nos conforta,pois não tendo começo, não terá fim.

3. É soberano – Por Deus ser um Ser soberano seu amor também o é. Na verdade Deus não tem obrigação para com ninguém.

4. É infinito – Deus é infinito na sua natureza e só pode refletir tal atributo em suas outras qualidades. As Escrituras Sagradas, dadas pela inspiração, têm dificuldade, pela limitação da linguagem por escrito, ao expressar todo o amor de Deus. É necessário fé para que se possa conhecer Deus, pois, as suas qualidades são superiores ao entendimento finito do homem.

5. É imutável – Por Deus ser imutável; seus atributos também o são. O exemplo da imutabilidade do seu amor é visto por nada poder separá-LO dos seus amados.

6. É Santo – Deus é Santo na sua pessoa, em todas as suas obras e por necessidade isso inclui o seu amor. O amor de Deus não é subordinado à paixão ou qualquer outro sentimento, mas pela Santidade. A Bíblia diz primeiramente que Deus é Luz e após diz que Deus também é amor. A santidade é quem faz o amor de Deus temível. Por sua Santidade o crente é corrigido e o ímpio é castigado.

7. É gracioso – O amor pede uma expressão, e, a sua expressão é favor ou graça. Essa expressão da graça vê-se quando entendemos o alvo do amor e o resultado de tal amor. A maior expressão do amor de Deus é Cristo. Por ter dado Cristo sabemos que Ele não deixará faltar algo para os Seus.

Fonte: WebArtigos.com (www.ore.srv.br/ore).

O que é Fé (?)

30 de agosto de 2009 Deixe um comentário

fé

Fé não é só ter esperança, acreditar ou de alguma forma esperar que algo aconteça, mas fé é saber, é ter certeza absoluta! Para nós atualmente a fé perdeu o seu significado.

Hoje em dia a palavra fé significa uma crença vaga e pouco clara numa coisa qualquer.

Hebreus 11:1 diz: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam,” e a palavra traduzida como “firme fundamento” nesse versículo é a palavra grega “hypóstasis”.

Quando traduziram o Novo Testamento do Grego há quase 400 anos, os tradutores ainda estavam confusos com a palavra “hypóstasis”, pois parecia se tratar de algum termo comercial que não era normalmente usado na literatura grega clássica.

Tudo o que sabiam é que significava algo bastante concreto, e por isso traduziram por “firme fundamento”. Mas há poucos anos os arqueólogos desenterraram no Norte de Israel as ruínas de uma velha estalagem. Lá eles acharam um pequeno cofre de ferro que continha os documentos de uma nobre romana que possuía terras e propriedades em Israel.

Quase todos os documentos tinham um grande título: “HYPÓSTASIS”. Eram todos títulos das propriedades dela! Talvez esta romana nunca tivesse visto as propriedades que comprara em Israel, mas sabia que eram dela e podia provar que eram dela porque tinha o título de propriedade.

Alguém prometeu me dar um carro uma vez, e recebi o certificado de proprietário pelo correio. Embora eu nunca tivesse visto o carro nem o tivesse dirigido, eu sabia que era meu porque tinha o certificado de proprietário nas mãos. Então, o que é a fé? É o título de propriedade !

“Ora, a fé é o título de propriedade das coisas que se esperam” (Hebreus 11:1).

Se você pediu alguma coisa ao Senhor mas ainda não viu a resposta, não se preocupe. Se você tiver fé verdadeira, então terá o título nas mãos, e o seu nome escrito nele !

 É seu e mais cedo ou mais tarde você verá o que pediu! David Berg Fé é acreditar sem qualquer desconfiança, Ainda que na frente nenhuma luz exista, Deixando a dúvida e a falta de esperança, Para aqueles que andam apenas por vista.

Confiar nas promessas de Deus, isso é fé, Quando parece que Deus já nos esqueceu, É não duvidar nem vacilar como São Tomé, Nem buscar sinais e lamentar o que não sucedeu.

Fé é acreditar em Deus e nunca esquecer, A esperança dum futuro que um dia virá, Fé é a coragem de acreditar sem esmorecer, Que tudo o que esperamos um dia acontecerá.

“Sem fé é impossível agradar-lhe: pois é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que O buscam” (Hebreus 11:6)

Fonte: http://www.clubedaluz.com.br

Hello world!

30 de agosto de 2009 1 comentário

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